Estudando com Honório Abreu

Evolução, Evangelho e Espiritismo em sua essencialidade.

Os Ramos e a Raiz da Oliveira

por | maio 11, 2025

Então vamos tentar falar ligeiro da árvore da vida. Vamos pegar esses elementos aqui de um outro orbe chegando aqui[Terra] nessa faixa de fixação de caracteres raciais(Capitulo 3, A Caminho da Luz), mas dentro de uma proposta acentuadamente psíquica, ética. Tanto  que foi o capelino, vamos dizer, com clareza agora, no plano da aprendizagem de natureza religiosa e filosófica, quem trouxe Jesus para nós. Ele mesmo define: “Eu não vim senão as ovelhas perdidas da casa de Israel”.(Mateus 15:24), eu não vim senão a essas ovelhas, a prioridade é dos caídos.  Isso é o que mais acontece dentro de casa: Tem  5 meninos dentro de casa e a mãe fica em cima de um lá, e o pai fica assim “Esse aqui  é que não presta, você fica em cima; tudo é pra ele, pra ele, pra ele!”, porque ela tem debito com ele. E, vice-versa. Deu uma ideia? É o que centra. E Ele define: quando dá orientação aos discípulos: “Ide antes as ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 10:6) o nosso interesse é este.  Em Mateus, 4:16,  tem assim “O povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz”, assentado em trevas – o autóctone, que está  vindo de trás, tanta  treva que a treva para ele é luz, mas é mesmo. Esse quando Jesus chega, viu uma grande luz. Agora, vem o capelino ou o exilado: e aos que estavam assentados na região aqui(não lá onde estava) e sombra da morte, morte pelo erro, a luz raiou(artigo definido).

(P) – Não é uma grande luz não?

(H) – Não. Uma grande luz, para os que estão chegando. É como se fosse assim – Oh! Estão falando por aí que chegar um Messias aí e que vai resolver. – Quem  é? – Sei lá! – agora o capelino está assim, ou os exilados: “Ele virá!” Já conhece[1] Ele desde lá! Já ouvia falar nele! Já tinha conhecimento dele!

(P) – E por que negaram? Tão assim direto?

(H) – Mas, isso para poder desabrochar isso aqui, o negócio é sério.

(P) – É porque eu estou lendo Paulo e Estevão, e Paulo no final que partiu para os gentios porque também judeus era só…

(H) – Mas, por que ele partiu para os gentios?

(P) – Olha que a luz… para não se fragmentar…não sei…

(H) – Também eu fico te desafiando, não é? Fui pouco generoso aqui agora, mas ele diz assim para você não ficar mais preocupado. O Paulo… (sai da Esmirna, mas paciência, daqui a pouco a gente volta) aqui diz assim: O gentio começou a ficar meio prepotente, meio presunçoso. Então Paulo dá uma lição para eles extraordinária, mostrando que conhecia o exílio ou se preferir o degredo. Eu estou lendo 11:11 de Romanos, o gentio começou a ficar meio saliente de estar recebendo aquelas informações, então Paulo diz assim: “Porventura tropeçaram para que caíssem?” ninguém tropeça para cair, tropeça por descuido, não é isso? “De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios”.  Eles caindo aqui, trouxeram a Jesus. E trazendo Jesus, vocês estão qualificados.

(P) – Quer dizer, então, que os gentios eles estavam ao embalo da misericórdia?

(H) – É  assim que funciona.  A criatura simples, ela vai no embalo da misericórdia.

(P) – Sr. Honório, mais em baixo diz assim, enxertaram a visão de…

(H) – Vamos ver se chega lá que isso aí é meio complicado, vamos lá.  “Mas, pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar a emulação e se a sua queda é a riqueza do mundo e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude”. Isso é lindo demais! Caindo estão ajudando a vocês, você já pensou quando eles chegarem e firmar o pé? Vai levar todo mundo. Continua: “como porque convosco fala os gentios: que enquanto for apostolo dos gentios, glorificarei o meu ministério”. Agora  sua resposta: “…para ver se de alguma maneira possa incitar a emulação da minha carne e salvar algum deles”. Então, ele foi pregar para os gentios para salvar o próprio judeu. Perceberam gente? Isso é Evangelho. Como  é que a gente pode entender isso aqui sem conhecimento de toda essa projeção evolucional? Eu  não digo que não possa não, da nossa parte acharmos difícil .

(P) – Mas, Paulo conhecia, não é?

(H) – Paulo conhecia. Paulo era uma sumidade…

(P) – Essa inspiração de Paulo foi só Estevão não foi não?

(H) – Ele e mais alguém. Ele e Abigail ajudaram.

(P) – Eu não  entendi por que ele pregando aos gentios ele ajudaria aos Judeus.

(H) – Porque estava somando pontos em favor do trabalho do judeu aqui. E o Apocalipse como nós temos lembrado e repetimos agora, que estamos estudando, ele não está preocupado em que eu ou qualquer um de nós, dá um jeito de resolver nosso problema no campo moral não. Essa estrutura nossa, identificação nossa, com o plano positivo da responsabilidade pessoal, as religiões estão fazendo. Não ser vicioso, não ser delinquente, aproveitar o trabalho, ser um cidadão honesto, isso não é apocalipse não. O Apocalipse está propondo sabe o que? Instaurar ou receber o título de cidadão que opera em nome do Criador. Basta de ser o auxiliado! O  coitadinho, o filhinho do papai!  Agora nós somos o Filho do Homem. Aquele que opera em nome do Criador. Porque antigamente a concepção era assim: o pastor está lá, o pároco está lá, o diretor espiritual está lá, Jesus está lá e o povo está aqui. Não tem evolução mais desse jeito não! O mundo regenerado é um grupo com consciência para além da condição infantil. Vocês perceberam? A vida não mostra isso? Os filhos quando estão pequenos, nós tutelamos. Quando  é miudinho, recém-nascidos, tem que dar tudo na mão dele, na mão não, porque não sabem nem pegar, tem que colocar na boca! Mas, na medida em que ele vai crescendo, que acontece? Não muda a fisionomia? Ele não passa a ser um cidadão a se movimentar, com responsabilidades próprias? Então no nosso mundo agora, na nova faixa em que nós estamos vivendo de fim de tempo. Fim de tempo de comandante e de comandados, e início de tempo não que os comandos superiores acabem, mas que nós entrosamos num processo operacional de amor. Por isso é que tem tanta gente sofrendo, para descobrir isso.

(P) – É a árvore da vida?

(H) – Arvore da vida! Então, uma vez que nós começamos a entrar nesses territórios, nós retomamos o acesso à arvore da vida que foi impedido lá em Gênesis. Foi colocado querubins, para que não entrasse. E nós, hoje, até quando a gente se sente bem que está feliz, a gente fica desconfiado. Vocês notaram que nossa alegria é meio complicada? Tem três dias que eu estou numa alegria!!! Tem qualquer coisa pintando.  Vai cair um negócio  a  qualquer hora aqui.

(P) – É muito atarefado….

(H) – Ah! É muita coisa chegando numa hora só. Dá para desconfiar. Nós não temos nem alegria ampliada! Então nós vamos notar que o acesso, o fruto da arvore da vida garante vida eterna. O  fruto da arvore da ciência do bem e do mal é tudo relativo.

(P) – Mas, para se chegar na arvore da vida, não era necessariamente, além da necessidade chegar na arvore da ciência do bem e do mal?

(H) – Nós já nascemos, aqui atrás, lá no psiquismo mais rudimentar, já temos acesso a árvore da vida ela nunca foi proibida para nós, nunca! O animal da floresta está alimentando da arvore da vida, tem alguma coisa impeditiva para ele? Não! Ele tem acesso! A criança tem acesso! Agora, na hora em que abre terreno, cíclico da individualidade, e, que ele começa a laborar nos seus impactos interiores, ele nota que a chave que tinha acesso a árvore da vida foi bloqueada. Porque todo erro nosso de consciência, infringido contra a consciência nos tira o acesso, naquele particular, à árvore da vida.

(P) – Honório, nós temos exemplos de alguns desses fatos da vida…

(H) – Evidente que Jesus é um deles pelo que os espíritos nos falam. E outros possivelmente existem. Certo é que tem aquela capacidade de apropriar um conhecimento que não sai daquela situação num atendimento pleno da consciência irradiando amor, mas é muito difícil. Um  Francisco de  Assis que aliás, analisando como a reencarnação do próprio João Evangelista, mas tinha os seus problemas. Ele não pediu lá a Jesus, na época, lá se podia ficar do lado esquerdo e do lado direito, ele e o irmão dele?

(P) – A mãe que pediu, não é?

(H) – Mas o outro evangelista fala que eles estavam bem animados.

(P) – O Chico poderia ser um capelino?

(H) – Sem dúvida. São todos capelinos!

(P) – Que a distância é muito grande…

(H) – Quando eu falo capelino não quer dizer que são necessariamente lá de capela. Vamos dizer que há uma interação. Aqui em Belo Horizonte tem gente de todo lado. Não tem necessariamente que ser do Rio, de São Paulo ou do nordeste. Aí nós estamos utilizando essa expressão no seu sentido abrangente, embora a gente saiba que um determinado mundo aí da constelação de Cocheiro, encaminhou muita gente para cá nesse processo.  Eu  queria terminar essa leitura porque o tempo lá vai numa rapidez hoje enorme. “Porque se a sua rejeição é a reconciliação do mundo,  qual será sua admissão, senão a vida dentre os mortos? E, se as primícias são santas,  também a massa o é;  se a raiz é santa também os ramos o são.” (Romanos 11:15)  ele  está preparando o pensamento da aprendiz aqui para estudar o zambujeiro. O zambujeiro é a oliveira brava, como tem o sicômoro que é a figueira brava. Então nós vamos dizer o seguinte, que o zambujeiro, aqui, é o gentio. E o Judeu está vinculado a oliveira. Vamos  analisar.

A  oliveira produz o que? Produz o fruto chamado azeitona ou oliva, que produz, por sua vez, o óleo, que, por sua vez, mantém acesa a candeia.  Então, não temos  que ir atrás do óleo, tem que ir atrás da produção da oliveira. Perceberam o sentido?  Nós estamos indo em cima do óleo, querendo fruto, quando nós temos que trabalhar a semente para que produza.  Então  eu venho  aqui. “E, se as primícias são santas,  também a massa  o é;  se a raiz é santa também os ramos o são” qual é que é a raiz da oliveira dos judeus?  É Jesus. Eles chegaram aqui como um povo que já tinha um conhecimento do Evangelho, embora não exercitassem. Então, trouxeram por uma linha de relação psíquica espiritual com os daqui, porque tinham, traziam, conhecimentos amplos, mas eram delinquentes, malfeitores de toda ordem, viciosos, e estavam iguais os daqui, moralmente falando. Então a linha moral os assemelhava e a linha intelectiva os diferenciava.  Então, não há uma queda no campo moral. Houve uma aproximação.

Aqui nós estamos assim repetindo o que a gente fala de vez em quando. A  gente vê na televisão um crime complicado – Ah! Isso tem que ser pena de morte – e ficamos discutindo horas, não é isso? O espírito está falando, mas morte não adianta, que matar o delinquente não resolve o campo educativo dele e ficamos brigando. Agora  imaginemos esse elemento no mundo primitivo igual a Terra era. Ele aprontou, veio a tribo toda e liquidou com ele, vai discutir lá no tribunal?! Perceberam? Então tem que ir para um mundo condizente.

(P) – Compatível com o piso moral?

(H) – Compatível com o piso moral. Aqui, tem que arrumar educandário, prisões etc. no futuro isso estará presente, mas, lá não tem isso não. Entestou com alguém lá vem meia dúzia em cima dele e não tem conversa. Então, nós vamos observar o seguinte, voltando,  já falando da oliveira “E, se as primícias são santas,  também a massa o é;  se a raiz é santa também os ramos o são, e  se alguns dos ramos foram quebrados e tu sendo zambujeiro,  foste enxertado no lugar deles e feito participando da raiz e da seiva da oliveira, não te glorias contra os ramos e se contra eles te floreares não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.” Eu  tenho aqui uma oliveira, não é isso? Com sua produção então alguns ramos aqui foram cortados, aonde? Em capela e colocados aqui. Em tese e figuradamente o que Paulo sugere? Que muitos dos gentios aqui foram enxertados na raiz dessa oliveira, embora contra a natureza, diz  assim:  “…dirás, pois, os ramos foram quebrados para que fossem enxertados, está bem pela sua incredulidade foram quebrados tu que estás em pé pela fé, então, não te ensoberbeça, mas teme. Porque se Deus não poupou os ramos naturais,  teme que  te não poupe aqui também. ” Então se vocês estão sendo enxertados aqui e se não andar direitinho, vocês vão ser cortados no devido tempo.

(P) – Então é o ruim enxertado no bom?

(H) – É contra a natureza, o que Paulo diz assim: “considera, pois, a bondade e a severidade de Deus para com os que caíram severidade, mas para contigo a benignidade de Deus se permaneceres na sua benignidade de outra maneira também tu serás cortado. E, também eles (isso aqui é que é lindo) se não permaneceres na incredulidade, serão enxertados porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar”. Então fica alguém no inferno definitivamente? Não! Evidente que não fica, está dito aqui por Paulo. Abriu o coração retorna! Por quê? Olha que interessante aqui. “Por  que se tu (falando aos gentios) foste cortado natural zambujeiro” é uma oliveira ainda de categoria inferior e contra a natureza. Por quê? Porque  na enxertia tradicional, se tira o fruto melhor enxerta no tronco pior, e aqui foi o contrário. Tirou o elemento do tronco pior para enxertar no tronco melhor, por isso que é contra a natureza “e,  contra a natureza enxertando na boa oliveira quanto mais esses que são naturais serão enxertados na sua própria oliveira”, perceberam? Definindo que eles vão ser re-enxertados, agora para re-enxertar, às vezes, vai para mundo, para outro mundo, para outro mundo até cai num buraco profundo e um dia, a misericórdia, os tira. Por quê? Porque eles não podem ser obrigados a amar. Até o momento em que desperta no coração deles amor! Então nós podemos raciocinar assim: A oliveira está aqui[no quadro], ramos são quebrados e outros são enxertados contra a natureza. Então toda enxertia fisicamente compreendida, é dentro da natureza o melhor no pior. Em  termos espirituais morais,  a enxertia é diferente – o pior é enxertado no melhor. Jesus teve seu corpo físico enxertado na linha genética daqui, de acordo? O melhor o que nós temos a oferecer. E nós, psiquicamente, estamos enxertados em que? Ou tentando nos enxertar? Nele, Jesus, moralmente falando. Vai ser difícil, não é? A estrutura psíquica do Honório enxertar numa vibração de Jesus, mas ele está nos aceitando. Deu para entender? Então são duas linhas que funcionam diferente. Então todas as vezes que o ramo é cortado, nós perdemos o acesso a árvore da vida. Perceberam ?

(P) – É cerceamento do livre arbítrio?

(H) – Não é, porque eles estão dentro do livre arbítrio que eles escolheram. O equilíbrio, no contexto universal, é que não pode ceder a arbitrariedade dos elementos. O  elemento chega aqui no nosso ambiente, e apronta; elege uma vida criminosa, e sai aí aprontando. A gente analisa o seguinte: quem está sendo vítima desse elemento? São os que têm débitos passados. Mas, na hora que ele começar ameaçar os inocentes, será que o Criador vai achar que a didática dele ou que a estrutura administrativa dele, tem que concordar com os nossos desmandos? Impossível!  Tem  leis que funcionam dentro duma linha absolutamente correta. Deu uma ideia dessa árvore da vida?

Então,  nós vamos para terminar, voltar o seguinte. O  ramo foi cortado e foi lançado aqui na terra. Vamos  analisar assim: essa raiz aqui, santa, é a raiz do Cristo. Concordam? É claro! Cortou e jogou para cá. O  povo que estava assentado em trevas, viu uma grande luz. E os que estavam assentados na região e sombra da morte, porque morreu vem para cá, a luz caiu. A luz que está aqui. Produz  o combustível da luz.  Então suponhamos que alguém aqui da Terra(1) que esteja vinculado a essa arvore que foi cortada, levanta e pergunta assim. – Onde é que está a minha árvore com a sua raiz? – Ah! Lá na região do Cocheiro. – então, vem para cá. Chega  lá e pergunta. – É aqui(2) que está a arvore? – Ah! não! Aqui chegaram os ramos desse planeta(3) aqui. – então a árvore deve estar lá.  Então ele bate daqui(2) e vai lá(3) – Escuta, está aqui a arvore do Cristo? – Não aqui chegaram os ramos! – De onde?… – vocês descobriram onde está o Cristo? Ou não descobriram ainda! Aqui dentro, refletindo-se, mas está em todo o Universo como sendo a dinâmica do Criador. Eu  pergunto se deu para meditar, refletir sobre isso?  A gente vai observar que não podemos, vamos dizer fechar, Ele é daqui, ou Ele é da minha religião ou daquele mundo, ou daquele planeta, ou daquele sistema, ou daquela galáxia.

(P) – Em todos esses povos, esse momento aí de cortar os ramos, é o Apocalipse?

(H) – É! Em tese o Apocalipse está dando chance para eles. Para todos os efeitos é alguma coisa que cerceia. Mas dentro do cerceamento e da aplicação da lei existe uma alta dose de investimento. Tanto  que eles vieram e começaram a falar de Jesus aqui. As  profecias falam disso. Quem eram os profetas senão esses elementos falando da vinda dele definindo que ele viria. Definindo o que? Um plano de salvação no seu sentido até de tirar das confusões, mas guindar essa criatura para uma readmissão a árvore da vida que garante a subsistência do ser em bases de  amor.

[1] Cap 3, item 3.7, do livro A Caminho da Luz, psicografia de Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emmanuel

(Recorte das transcrições dos Estudos de Evolução coordenados por Honório Abreu, revisado.)

Clique aqui para baixar o recorte em pdf.

 

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